Uma app de reconhecimento identifica alguma faixa do catálogo?
Não. As faixas do catálogo World VDS inStore Music nunca foram distribuídas a nenhuma base de identificação, o que as torna não reconhecíveis, independentemente de serem royalty-free. Pode testar já, com uma plataforma como o Shazam, usando as amostras que temos nas dezenas de playlists dos vários ambientes que apresentamos.
Isto é mesmo legal?
A pergunta certa é: quem tem direitos sobre a música que toca no seu espaço? Aqui, a resposta é simples e verificável: a Amplitude Net, que produziu o catálogo. As perguntas abaixo explicam os dois eixos, direito de autor e direitos conexos, em detalhe.
E as entidades que cobram as licenças de música?
As licenças dessas entidades remuneram autores, intérpretes e produtores das obras que toca. No nosso catálogo, esses terceiros não existem, e documentamos estes factos, faixa a faixa, para que os possa demonstrar.
No meu país, quem cobra?
A lógica repete-se em quase todos os países: um eixo de autores, outro de intérpretes e produtores, onde apenas mudam os nomes das entidades e os tarifários. Consulte as entidades de referência no seu país →
E se aparece um inspector de uma entidade de gestão?
Mostra o certificado que está na parede, e o inspector pode ler o QR, que confirma em tempo real a autenticidade, o espaço e o que está a tocar naquele momento. Caso seja necessária uma resposta, encaminhe-nos o contacto pelo canal dedicado e orientamos consigo a resposta inicial.
Este certificado substitui a licença de uma entidade de gestão?
Não existe, em país nenhum, «certificado oficial de música livre». O nosso certificado é outra coisa: prova de proveniência, que documenta que a música que toca no seu espaço não tem titulares terceiros por detrás, pelo que é livre de royalties.
Então porque havia eu de deixar de pagar? Toda a gente paga.
As licenças das entidades de gestão existem para remunerar autores, intérpretes e produtores das obras que toca. No nosso catálogo, esses terceiros não existem. O que fazemos é documentar esses factos, faixa a faixa, para que possa demonstrá-los e decidir com prova na mão.
E música feita com IA, também é legal?
É, mas não é isso que interessa para o seu caso. O que interessa é quem tem direitos sobre o que toca no seu espaço: a titularidade é nossa, e não há terceiros a quem se deva remuneração.
Se optar pela vossa solução, posso também pôr a rádio ou o Spotify?
Na zona coberta pelo nosso certificado, não. O certificado cobre exclusivamente o catálogo World VDS: música de outra origem tem o seu próprio regime, e a prova que lhe damos deixa de o proteger.
O preço da vossa solução inclui as licenças de música?
O nosso catálogo não envolve licenças de entidades de gestão de direitos musicais. O preço inclui o que interessa: a música, a licença do player, o certificado e a prova.
E se eu cancelar? Fico sem nada na mão?
Não temos um arquivo histórico indefinido. O que tem, enquanto for cliente, é a verificação em tempo real: o que está a tocar, agora, no seu espaço.
Garantem que nunca vou ter de pagar mais nada a ninguém?
Não, e desconfie de quem lho garantir. O que garantimos é o que depende de nós: catálogo nosso, sem registos em sociedades, sem autores, intérpretes nem produtores terceiros com direito a remuneração. Complementarmente, o contrato garante ainda uma compensação até um terço do valor pago no último ano, para situações anómalas não previstas.
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